Cerca de 300 pessoas participaram durante os três dias. Uma média de 30 pessoas assumiram tarefas de limpeza e ornamentação do espaço.
Na abertura da atividade, houve falas sobre a Consciência Negra e uma celebração conduzida pela igreja católica.
A programação contou com jogos de futebol, roda de conversa com os jogadores, oficina de turbante e desfile destacando a diversidade dos cabelos afro. Os idosos da Comunidade trouxeram suas memórias sobre o assentamento, desde a ocupação da Fazenda Berimbau.
Na parte econômica do evento, um grupo de mulheres vendeu caruru. Também foram comercializados outros produtos como lanches e artesanatos. A Ação Social ofereceu massagens e a terapia holística Barra de Access, com dois terapeutas voluntários.
Por mais um ano, a cultura foi o ponto forte. Não faltaram apresentações da própria comunidade, além da participação do grupo de arte Avanço Novo (povoado Lagoa Grande) e do cantor Nilton Júnior. Num momento de descontração, a juventude organizou um luau. O candomblé fechou as apresentações.
Foi realizado um bingo com prêmios doados para ajudar nas despesas da festa. Além de contribuições individuais, do comércio e da associação local, o evento contou com o apoio do Centro Suburbano de Educação Profissional (CESEP) e da Prefeitura Municipal de Conceição do Coité.
O Movimento das Comunidades Populares (MCP) está organizando um seminário com a Comunidade e as entidades parceiras. O objetivo é avaliar a atividade e discutir a proposta do Centro de Cultura Popular.
Belissimo parabens companheiras
ResponderExcluirParabéns pelo evento companheiras e companheiros que não faltou garra força resistência tudo isso e muito Mais com a União pois sem ela seria impossível VCS terem feito uma festa tão Bela organizada e plausível! Mais uma vez estão de parabéns!😊🎂🙏❤️
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