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quarta-feira, 15 de setembro de 2021

Crianças do Reforço Escolar refletem sobre a falsa Independência do Brasil em Acreúna


A atividade foi realizada no dia 07 de setembro de 2021, em Acreúna (GO). 

No início, cantaram o hino da Independência, com duas crianças segurando a bandeira do Brasil. Em seguida, outras duas crianças seguraram a bandeira do MCP, enquanto se cantava o hino do Movimento.


Além da reflexão sobre a Independência do Brasil, as crianças conversaram também sobre o cuidado que devemos ter com o nosso país. Mais especificamente, com o meio ambiente, já que dia 5 de setembro comemora-se o dia da Amazônia.

Todos, principalmente as crianças, devem lutar por um país mais justo onde os direitos do povo sejam respeitados e a natureza seja protegida. É uma lição a se aprender com os povos indígenas.



Em defesa do meio ambiente, as crianças dançaram a música Coleta Seletiva. Em forma de coral, apresentaram o hino da CTI (Corrente Trabalhadores Independentes), etapa do Movimento durante os anos 1980. É uma versão da música que ficou muito conhecida pelo refrão “Eu te amo, meu Brasil”.

Para finalizar, houve gincana com provas e perguntas sobre o Brasil, recolhimento de materiais recicláveis, brincadeiras e lanche compartilhado. Participaram 16 adultos e 34 crianças.

MCP – Movimento das Comunidade Populares 

Acreúna - GO









sexta-feira, 13 de agosto de 2021

Organização Popular realiza formação de base em Teresina

 


A OPA – Organização Popular, Coletivo que faz parte do Movimento das Comunidades Populares, vem realizando atividades de formação de base em ocupações de Teresina.



No dia 07 de agosto de 2021, a atividade foi na ocupação Lindalma Soares. O mês de agosto é aniversário de Teresina e o movimento pretende realizar ato no dia 16 cobrando ao poder público uma série de reivindicações pelo direito à moradia.

 


                                                                                                                 Luan Rusvell  Andrade – OPA

sexta-feira, 25 de junho de 2021

Morre o quilombola Mareval de Alagoas

 

É com muita tristeza que anunciamos o falecimento do companheiro Mareval Ricardo, quilombola de Lagoa das Pedras, no dia 17 de junho de 2021.

Ele era presidente da Associação no município de Água Branca, Sertão Alagoano, e simpatizante do MCP – Movimento das Comunidades Populares.

Vítima da Covid 19, foi internado num hospital em Arapiraca. Permaneceu intubado por vários dias, mas, infelizmente, não resistiu. Partiu deixando sua experiência quilombola. Fará muita falta a todos os Movimentos no estado.

Mareval participou de algumas atividades nacionais do MCP, entre elas, a Assembleia Nacional de 2018. Na ocasião, ele compôs um samba sobre o Encontro. Segue um trecho da canção:

“Eu saí de Alagoas

Mas, não foi pra passear

Vim pra Feira de Santana

Com os amigos encontrar

Pra formalizar ideias

E o inimigo enfrentar

[...]

De volta pra minha terra

Eu já posso descrever

Renovando as energias

ESPA e MCP

Unindo os Movimentos

Nós só temos a crescer.”


Nossa profunda solidariedade aos seus familiares.

Que Deus o conduza e dê muita força aos que ficam.

 

MCP/Maceió (AL)

quinta-feira, 24 de junho de 2021

Comunidade Homenageia as Mães em Codó

 


No dia 30 de maio de 2021, um grupo de 35 pessoas se reuniu na Comunidade

Quilombola de Boqueirão do Salazar, em Codó, Maranhão. Após o café da manhã com alimentos da roça, leram a bíblia e refletiram sobre a importância das mães, tendo como exemplo Maria, mãe de Jesus. Encerraram com brincadeiras e lembrancinhas.

A Comunidade Boqueirão do Salazar, recentemente reconhecida como quilombola, vem resistindo na terra desde 1980, quando o Movimento (hoje MCP) começou a atuar na região.

Dona Alzerina Simão e sua família, até hoje, organiza as atividades nessa Comunidade no espírito do Movimento. Parabéns!

sexta-feira, 18 de junho de 2021

MCP de Santa Rita realiza campanha financeira e mutirões

 A Comunidade Popular de Santa Rita, na Paraíba, tem mais de 30 anos de existência. Passou pelas etapas CTI (Corrente Trabalhadores Independentes) e MCL (Movimento das Comissões de Luta), até chegar ao MCP (Movimento das Comunidades Populares).

Por conta do tempo de uso, a infraestrutura da comunidade precisava de uma reforma. Havia até perigo de o teto ceder.

No final de 2020, teve início o processo de mutirões para a reforma. Foram realizadas campanhas financeiras e alimentícias. Recebemos também ajuda na mão de obra.

Na campanha financeira, foram arrecadados cerca de 17 mil reais. Contribuições de camponeses, professores, pessoas da base, de outras cidades da Paraíba e de outros estados.

O dinheiro foi gasto para fazer uma laje na secretaria e na cozinha. Na cozinha, também foi feito piso, reboco e colocada cerâmica no chão e na parede. Os banheiros foram reformados, faltando apenas a finalização. 

Estamos planejando mais um mutirão interestadual para concluir a cozinha, reboco e piso da secretaria, telhado para cobrir a laje e retoques no resto da casa.

Até hoje, foram realizados diversos mutirões, sendo três interestaduais com pessoas de Santa Rita, Alagoas e Pernambuco. Além do trabalho, havia uma programação com debates, estudos, filmes e avaliação durante as noites. Além disso, as refeições coletivas eram preparadas por companheiras da comunidade e do pré Assentamento Popular Arcanjo Belarmino.




O vídeo foi produzido durante o último mutirão realizado em maio de 2021. Além das pessoas de Santa Rita, participaram companheiros do MCP de Recife, São Lourenço e Itambé, em Pernambuco.

Continuamos fazendo campanha financeira, pois precisamos de seis mil reais para concluir a primeira fase da reforma.

Faça sua doação!

PIX 08662470416 (CPF)

Agência: 1914 – Op. 1288

Conta: 000796967728-3 – CAIXA.

Tiago da Silva Barbosa

Desde já agradecemos.

 

Maíra Rodrigues

MCP Santa Rita/PB

quinta-feira, 20 de maio de 2021

Homenagem a Maria Pereira - Um ano de saudades!

 

Maria Pereira sempre viveu para servir aos outros. É o que nós, no MCP, chamamos de Servir ao Povo.

Desde o início dos anos 70, ela atuava na Comunidade Católica Nossa Senhora de Fátima, no bairro Caseb. Foi catequista e coordenadora em sua Comunidade.

A partir da Escola Odorico Tavares, onde lecionava, organizava grupos de jovens para atuar nas Comunidades. Muitos desses jovens, como o radialista Frei Cal, o promotor cultural Nivaldo Cruz, a jornalista Marly Caldas, entre outros, continuam servindo ao povo a partir dos locais em que trabalham.

Maria Pereira, junto com seus companheiros, fundou a Associação de Moradores do Bairro Caseb, atuante até hoje. Foi uma de suas diretoras e militou na entidade por vários anos.

A partir de 1980, Maria conheceu o MCP, que, na época, se chamava MER (Movimento de Evangelização Rural). O MER atuava na Pastoral Rural da Diocese de Feira de Santana. Ela começou a participar do nosso Movimento, que passou por várias etapas: CTI (Corrente dos Trabalhadores Independentes); MCL (Movimento das Comissões de Luta) e, a partir de 2011, MCP (Movimento das Comunidades Populares).

Maria Pereira, junto com Maria Helena e Concinha, trouxe o MCP para os bairros de Feira de Santana, ainda na época do MER.

Atuando na igreja e na associação do bairro, puxou a luta contra a Dívida Externa, hoje mais conhecida por Dívida Pública, que tanto assola o nosso povo.

Na etapa do MCL, ajudou a organizar as Comissões de Luta em vários bairros da cidade. Desenvolveu lutas para reivindicar urbanização na periferia, emprego e alimentos para as famílias necessitadas.

A partir da criação da Comunidade Popular do Sítio Matias, Maria Pereira passou a apoiar essa Comunidade até os últimos dias de sua vida. Ajudava no trabalho de base, na organização das Colunas, principalmente a Religião Libertadora. Contribuía com a Secretaria Nacional do Movimento e na cozinha nos Encontros Nacionais do MCP. Assim, conheceu e conquistou a simpatia da maioria dos militantes do Movimento, da base ao nacional.

Com a fundação do Jornal Voz das Comunidades, Maria Pereira participou ativamente na Comissão de Colaboradores do JVC, em Feira de Santana.

Com a fundação do MCP em 2011, ela fez de sua casa, uma sede do Movimento no Caseb. Realizavam almoços coletivos, estudos, passeios e comemoração de datas especiais, como Consciência Negra e outras.

Homenagem a Maria Pereira - 16 de maio de 2021

Os Servidores do Povo não morrem, continuam servindo ao povo com seu exemplo de vida para sempre. Por isso, neste dia, estamos resgatando o exemplo de Maria Pereira para homenageá-la e, ao mesmo tempo, nos inspirar para continuar na luta e servir ao povo.

Que seu exemplo nos ajude na realização do 1º Congresso do MCP, que acontecerá em 2022 e para o qual convidamos todos a participarem.

Em Feira de Santana, pretendemos começar no dia 21 de abril e encerrar no dia 7 de setembro. Duas datas simbólicas para quem luta pela independência do povo brasileiro.

VIVA MARIA PEREIRA, ETERNA SERVIDORA DO POVO!

MCP - Feira de Santana - BA 


domingo, 16 de maio de 2021

Para o MCP de Lagoa Grande, a Democracia Participativa vai além das Eleições

Vídeo extraído do Instagram da Câmara Municipal de Retirolândia (BA)


No dia 10 de maio de 2021, uma comissão de moradores do Povoado de Lagoa Grande entregou sua Pauta de Reivindicações à Câmara Municipal de Retirolândia (BA). As reivindicações foram elaboradas em Assembleia Popular durante o processo eleitoral de 2020. 

Essa atividade faz parte dos encaminhamentos para o 1º Congresso do MCP, que será realizado em 2022. 

Os outros encaminhamentos são escrever a história do Movimento na Comunidade e avaliar o Plano Nacional de Lutas e Atividades (PNLA).

 

sábado, 1 de maio de 2021

1º DE MAIO - “A TECNOLOGIA ESTÁ TRAZENDO O DESEMPREGO - O TRABALHO COLETIVO ESTÁ TRAZENDO SOBREVIVÊNCIA”

 Texto escrito para discussão nos encontros do 1º de maio nas Comunidades Populares, em 2005.

Passados 16 anos, como está a situação dos trabalhadores nas fábricas, periferias e grupos de sobrevivência coletiva nas Comunidades?

 

1º de Maio de 2021

DIA DE LUTA OU DE REFLEXÃO NOS GRUPOS DE SOBREVIVÊNCIA COLETIVA?

Houve uma época, no início do capitalismo, em que os empresários necessitavam de muita mão de obra para suas indústrias.

Muitos camponeses (trabalhadores rurais) deixavam a roça para trabalhar nas zonas urbanas. Porém,