Cerca de 300 pessoas participaram durante os três dias. Uma média de 30 pessoas assumiram tarefas de limpeza e ornamentação do espaço.
Cerca de 300 pessoas participaram durante os três dias. Uma média de 30 pessoas assumiram tarefas de limpeza e ornamentação do espaço.
| Comemoração ao Dia das Crianças em Piracicaba (SP) |
Atividades realizadas nas Creches e Escolas Jardim da Comunidade, clubinhos, grupos de crianças, em áreas rurais, igrejas, parques e ruas. Muitas brincadeiras, apresentações artísticas, pintura facial, cineminhas, passeios, banhos de piscina e mangueira, piqueniques, doces e lanches.
No dia 11 de setembro de 2021, o Grupo de Investimento Coletivo (GIC) de Lagoa Salgada, zona rural de Feira de Santana (BA), comemorou seis anos de existência.
Tiveram início as aulas de corte e costura, com um grupo de 15 pessoas. O curso terá uma carga horária de 80 horas. Na abertura, além da apresentação da instituição, houve discussão sobre os objetivos do curso.
O CESEP é uma organização não-governamental, sem fins lucrativos, que trabalha com cursos profissionalizantes para pessoas de comunidades carentes. A entidade nasceu em Curitiba (PR) em 1993 e se transferiu para Salvador em 1995. Desde 2002, está no bairro de Escada, no Subúrbio Ferroviário da capital baiana. Já desenvolveu diversas parcerias com o MCP, sobretudo em torno da Economia Solidária.
No dia 15 de agosto de
2021, aconteceu a celebração do Dia dos Pais, na comunidade popular do Sítio
Matias, em Feira de Santana (BA).
A atividade contou com
uma reflexão sobre a pergunta: "Qual a importância do pai na vida do
filho?".
Os participantes falaram
sobre suas experiências como pais e filhos. Relembraram a convivência e os
ensinamentos de seus pais. Como é a relação com seus filhos e de que forma
colocam em prática o que aprenderam.
Após mais de um ano sem atividades, por causa da pandemia do coronavírus, o Movimento das Comunidades Populares (MCP) está retomando suas atividades em Ichu (BA).
No dia 10 de agosto, o
grupo do MCP de Camiranga, Serrinha (BA), se reuniu e fez um levantamento das
atividades realizadas nos últimos seis meses.
Durante esse período, houve estudo do PNLA (Plano Nacional de Lutas e Atividades), atividade de saúde com as mães, ajuda na organização da festa do padroeiro da Comunidade e campanha para uma pessoa doente na Comunidade, na qual o fundo social do GIC também vai contribuir. A
Aproveitou-se a oportunidade para
comemorar os 10 anos da primeira Feira Comunitária, realizada pelo MCP, conforme
orientação do Plano Nacional de Lutas e Atividades (PNLA), aprovado em 2011.
De manhã foi a Feira, à tarde o
Debate. Pela manhã foram instaladas 9 barracas onde se encontrava produtos da
roça (orgânico), lanches, bazar, produtos de limpeza, tempero seco e uma banca
de livros e jornais. O almoço foi
vendido pelo grupo de sobrevivência coletiva da comunidade. Cada dono da
barraca dava uma contribuição para a infraestrutura da comunidade. Todas as barracas
tiveram renda, inclusive a dos livros.
No meio das barracas, as crianças,
adolescentes e jovens apresentaram vários números artísticos, como: danças,
declamações, capoeira, etc. Mais de 50 pessoas estiveram na Feira.
À tarde foi o debate sobre o tema: Feira Comunitária como espaço de Organização Popular.
O debate iniciou com a colocação das experiências de Feiras Comunitárias realizadas na Bahia nos últimos dez anos.
Apareceram 36 feiras em cinco municípios. Salvador, Simões Filho, Conceição do Coité, Serrinha e Feira de Santana. Nesse último, as feiras foram realizadas em três comunidades: Campo Limpo (ESPA), Aviário (ACOMAVE) e Sítio Matias.
As apresentações das experiências foram apresentadas de várias formas: palestras, cartazes e teatro.
No debate se valorizou bastante as Feiras Comunitárias como meio para organização popular. Elas não são apenas uma oportunidade para gerar renda vendendo e comprando produtos e serviços. As Feiras Comunitárias é uma festa cultural, uma celebração das comunidades. Precisamos aproveitar do Congresso do MCP para aprofundar a proposta das Feiras Comunitárias que está no PNLA.
Foi sugerido a criação de uma Comissão Permanente para a realização das Feiras Comunitárias. Encerramos o debate, com o calendário do Congresso em 2022.
Para ver mais fotos, Clique Aqui!
Ele nasceu nas Comunidades Eclesiais de Base, integrou o Movimento de Organização Comunitária (MOC) e foi líder sindical em Feira e região. Foi também dirigente de
Maria
Pereira sempre viveu para servir aos outros. É o que nós, no MCP, chamamos de Servir
ao Povo.
Desde o início dos anos 70, ela atuava na Comunidade Católica Nossa Senhora de Fátima, no bairro Caseb. Foi catequista e coordenadora em sua Comunidade.
A partir da Escola Odorico Tavares, onde lecionava, organizava grupos de jovens para atuar nas Comunidades. Muitos desses jovens, como o radialista Frei Cal, o promotor cultural Nivaldo Cruz, a jornalista Marly Caldas, entre outros, continuam servindo ao povo a partir dos locais em que trabalham.
Maria
Pereira, junto com seus companheiros, fundou a Associação de Moradores do
Bairro Caseb, atuante até hoje. Foi uma de suas diretoras e militou na entidade
por vários anos.
A
partir de 1980, Maria conheceu o MCP, que, na época, se chamava MER (Movimento
de Evangelização Rural). O MER atuava na Pastoral Rural da Diocese de Feira de
Santana. Ela começou a participar do nosso Movimento, que passou por várias
etapas: CTI (Corrente dos Trabalhadores Independentes); MCL (Movimento das
Comissões de Luta) e, a partir de 2011, MCP (Movimento das Comunidades
Populares).
Maria
Pereira, junto com Maria Helena e Concinha, trouxe o MCP para os bairros de
Feira de Santana, ainda na época do MER.
Atuando
na igreja e na associação do bairro, puxou a luta contra a Dívida Externa, hoje
mais conhecida por Dívida Pública, que tanto assola o nosso povo.
Na
etapa do MCL, ajudou a organizar as Comissões de Luta em vários bairros da
cidade. Desenvolveu lutas para reivindicar urbanização na periferia, emprego e
alimentos para as famílias necessitadas.
A
partir da criação da Comunidade Popular do Sítio Matias, Maria Pereira passou a
apoiar essa Comunidade até os últimos dias de sua vida. Ajudava no trabalho de
base, na organização das Colunas, principalmente a Religião Libertadora.
Contribuía com a Secretaria Nacional do Movimento e na cozinha nos Encontros
Nacionais do MCP. Assim, conheceu e conquistou a simpatia da maioria dos
militantes do Movimento, da base ao nacional.
Com
a fundação do Jornal Voz das Comunidades, Maria Pereira participou ativamente
na Comissão de Colaboradores do JVC, em Feira de Santana.
Com
a fundação do MCP em 2011, ela fez de sua casa, uma sede do Movimento no Caseb.
Realizavam almoços coletivos, estudos, passeios e comemoração de datas
especiais, como Consciência Negra e outras.
![]() |
| Homenagem a Maria Pereira - 16 de maio de 2021 |
Os
Servidores do Povo não morrem, continuam servindo ao povo com seu exemplo de
vida para sempre. Por isso, neste dia, estamos resgatando o exemplo de Maria
Pereira para homenageá-la e, ao mesmo tempo, nos inspirar para continuar na
luta e servir ao povo.
Que
seu exemplo nos ajude na realização do 1º Congresso do MCP, que acontecerá em
2022 e para o qual convidamos todos a participarem.
Em
Feira de Santana, pretendemos começar no dia 21 de abril e encerrar no dia 7 de
setembro. Duas datas simbólicas para quem luta pela independência do povo brasileiro.
VIVA MARIA PEREIRA, ETERNA SERVIDORA DO POVO!
MCP - Feira de Santana - BA
Vídeo extraído do Instagram da Câmara Municipal de Retirolândia (BA)
No dia 10 de maio de 2021, uma comissão de moradores do Povoado de Lagoa Grande entregou sua Pauta de Reivindicações à Câmara Municipal de Retirolândia (BA). As reivindicações foram elaboradas em Assembleia Popular durante o processo eleitoral de 2020.
Essa atividade faz parte dos encaminhamentos para o 1º Congresso do MCP, que será realizado em 2022.
Os outros encaminhamentos são escrever a história do Movimento na Comunidade e avaliar o Plano Nacional de Lutas e Atividades (PNLA).
Com as parcerias que nesse período construíram, o trabalho ganhou uma dimensão mais ampla,
O grupo de saúde de Lagoa Salgada (Feira de Santana/BA) se reuniu no último dia 17 de abril. O objetivo foi produzir o xarope para aumentar a imunidade em prevenção à Covid 19.
Fubá,
farelo de milho, castanha, amendoim, semente de abóbora, folha de aipim e
linhaça
se misturam para dar origem à multimistura. Ela foi criada pela Dra. Clara
Brandão para aperfeiçoar o cardápio e aumentar o valor nutricional das
refeições feitas nas creches de Santarém, no Pará.